O envelhecimento populacional e a queda nas taxas de natalidade estão se tornando um fenômeno global com profundas consequências sociais e econômicas. Em países como o Japão, a realidade é visível na demanda por serviços especializados para idosos que morrem sozinhos e na inversão do consumo de fraldas, onde as geriátricas superam as infantis. A Itália enfrenta o despovoamento de vilarejos, que chegam a vender casas por 1 euro para atrair novos habitantes e manter serviços essenciais.
Este cenário não se restringe a poucas nações. Em 2024, a maioria dos países da União Europeia (21 de 27) registrou mais mortes do que nascimentos, indicando uma tendência demográfica preocupante. O padrão é replicado em outras partes do mundo, como Coreia do Sul, Cuba e Uruguai, evidenciando um desafio global que exige atenção e adaptação de políticas públicas.
22 abr, 07:05
21 abr, 03:01
15 abr, 15:05
5 mar, 12:01
10 fev, 06:01