Os Estados Unidos lançam os primeiros ETFs de mercado preditivo que permitem a investidores negociar resultados de eleições, enquanto o Brasil proíbe tais contratos.
Os Estados Unidos estão prestes a lançar os primeiros ETFs (Exchange Traded Funds) de mercado preditivo com foco em eleições, permitindo que investidores negociem contratos atrelados a resultados políticos. A Roundhill Investments lidera o movimento com o planejamento de listar seis ETFs que cobrem as eleições legislativas de 2026 e a corrida presidencial de 2028, oferecendo produtos distintos para democratas e republicanos. Outras gestoras, como Bitwise e GraniteShares, também devem seguir o exemplo em breve.
Essa iniciativa é resultado de uma mudança regulatória da CFTC (Commodity Futures Trading Commission), que reverteu uma proposta anterior de proibição de contratos vinculados a eleições. Em contraste, o Brasil adotou uma postura oposta, com o Conselho Monetário Nacional aprovando uma resolução que proíbe a oferta e negociação de contratos de mercados preditivos atrelados a eventos não financeiros, incluindo política.
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