Em 1933, na Espanha, Aurora Rodríguez Carballeira, uma intelectual, assassinou sua filha, Hildegart, de 18 anos, com quatro tiros enquanto ela dormia. Hildegart era uma jovem prodígio, ativista feminista e escritora, que havia sido criada pela mãe com base em ideais eugênicos para ser a "mulher mais perfeita". A concepção da filha foi parte de um plano detalhado de Aurora, que escolheu o pai e aplicou técnicas eugênicas durante a gravidez e a infância de Hildegart, mantendo-a sob controle constante e sem liberdade.
As motivações para o crime permanecem objeto de debate, com especulações que variam desde um possível romance de Hildegart, uma conspiração imaginada pela mãe, até o desejo da filha de se emancipar do controle materno. O julgamento de Aurora foi influenciado pelo contexto político da Espanha da época, resultando em sua condenação a 26 anos de prisão, embora ela tenha sido posteriormente internada em um hospital psiquiátrico.
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