REDMOD identificou sinais em 73% dos casos, quase o dobro dos 39% de radiologistas; para detecções 2+ anos antes, acertou 68% contra 23% dos médicos.
Pesquisadores da Mayo Clinic desenvolveram o REDMOD (Radiomics-based Early Detection MODel), sistema de inteligência artificial que identificou sinais de câncer de pâncreas em tomografias de rotina em média 475 dias antes do diagnóstico clínico. A sensibilidade do modelo foi de 73%, quase o dobro dos 39% alcançados por radiologistas experientes revisando as mesmas imagens.
Para casos detectados mais de dois anos antes do diagnóstico, o REDMOD manteve 68% de acerto contra apenas 23% dos médicos. O estudo, publicado na revista Gut, avaliou 219 tomografias de pacientes inicialmente considerados saudáveis, além de 1.243 controles. Apenas 13% dos pacientes com câncer de pâncreas sobrevivem cinco anos após o diagnóstico, justamente porque ele costuma ser detectado tarde demais.
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