Um estudo britânico sugere que oferecer cuidados especializados após o primeiro aborto espontâneo, em vez do terceiro, poderia prevenir cerca de 10.000 perdas gestacionais anualmente no Reino Unido.

Um estudo recente realizado no Reino Unido aponta que a antecipação do acesso a cuidados especializados para mulheres que sofrem abortos espontâneos poderia evitar cerca de 10.000 perdas gestacionais por ano. Atualmente, o Serviço Nacional de Saúde (NHS) na Inglaterra, País de Gales e Irlanda do Norte só oferece tratamento especializado após o terceiro aborto espontâneo, uma política que a caridade responsável pela pesquisa argumenta ser tardia.
A pesquisa sugere que a intervenção após o primeiro aborto espontâneo seria fundamental para reduzir o risco de futuras perdas. A mudança na elegibilidade para esses cuidados é considerada essencial para melhorar a saúde reprodutiva das mulheres e diminuir o impacto emocional e físico de abortos espontâneos recorrentes.
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