Um romance aborda a execução de um comunista na Argélia em 1957, condenado à morte por plantar uma bomba que não explodiu e não causou vítimas.

Um romance recente narra a história de um comunista executado por decapitação em Argel, em 1957, durante um período de intensa brutalidade na Argélia. O homem havia plantado uma bomba em uma usina de gás, com a intenção de que o artefato explodisse em um horário sem a presença de pessoas, evitando assim qualquer fatalidade. No entanto, a bomba nunca chegou a detonar e, consequentemente, não houve vítimas ou danos.
Apesar de a bomba não ter explodido e de não ter causado mortes, o indivíduo foi condenado à morte e executado. A narrativa do romance destaca a severidade das punições e a ausência de proporcionalidade em certas condenações da época, mesmo diante da inexistência de danos reais.
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