Incêndios florestais na Geórgia, como o Highway 82 Fire e Pineland Road Fire, destruíram mais de 120 casas, servindo como um alerta para uma temporada de incêndios potencialmente severa em todo os Estados Unidos. As condições secas, ventos fortes e detritos deixados pelo Furacão Helene de 2024 contribuíram para a rápida propagação do fogo. Até 24 de abril, aproximadamente 1,8 milhão de acres já haviam queimado em todo o país, quase o dobro da média de 10 anos e o maior número registrado desde 2017.
Grande parte dos EUA está atualmente pelo menos "anormalmente seca", com condições severas a excepcionais prevalecendo no Oeste, Sul e Sudeste. John Bailey, professor da Oregon State University, destaca o excesso de combustível na paisagem, a expansão de construções em áreas propensas a incêndios e temporadas de fogo mais longas e intensas como fatores que impulsionam esses recordes. Embora não seja possível ligar diretamente os incêndios da Geórgia às mudanças climáticas, a Climate Central afirma que as mudanças climáticas estão contribuindo para temporadas de incêndios mais longas e intensas. O Centro Nacional Interagências de Incêndios (NIFC) alertou para um potencial de incêndios acima do normal em maio para Arizona, Novo México, Flórida e Costa Atlântica Sudeste, com a previsão de se estender a outras regiões em junho.
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