BOJ mantém taxa de juros em votação dividida; Trump "humilhado" pelo Irã
O Banco do Japão (BOJ) manteve sua taxa de juros em uma votação dividida, enquanto o chanceler alemão Friedrich Merz afirmou que o presidente Trump foi "humilhado" pelo Irã em meio à guerra.
Pontos principais
- O Banco do Japão (BOJ) manteve sua taxa de juros de referência, mas a votação dividida sugere um possível aumento em junho.
- Três formuladores de políticas do BOJ votaram pelo aumento das taxas devido aos riscos da guerra no Irã e à alta dos preços da energia.
- O BOJ elevou sua previsão de inflação central para o ano fiscal para 2,8%, superando as expectativas.
- O chanceler alemão Friedrich Merz declarou que os EUA estão sendo "humilhados" pelo Irã, enquanto o presidente Trump tenta negociar o fim da guerra.
- O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, pode ser investigado por supostamente enganar o Parlamento sobre a nomeação de Peter Mandelson.
O Banco do Japão (BOJ) decidiu manter sua taxa de juros de referência, mas a decisão foi marcada por uma votação dividida, aumentando as expectativas de um possível aumento em junho. Três membros do comitê de política monetária votaram a favor de um aumento imediato, citando os crescentes riscos da guerra no Irã e a consequente elevação dos preços da energia. Em um movimento que reflete as pressões inflacionárias, o BOJ também revisou para cima sua previsão de inflação central para o ano fiscal, projetando agora 2,8%.
Paralelamente, o cenário geopolítico continua tenso, com o chanceler alemão Friedrich Merz afirmando que os Estados Unidos estão sendo "humilhados" pelo Irã. A declaração de Merz ocorre enquanto o presidente Donald Trump tenta negociar o fim do conflito. No Reino Unido, o primeiro-ministro Keir Starmer enfrenta a possibilidade de uma investigação por supostamente ter enganado o Parlamento em relação à nomeação de Peter Mandelson como embaixador dos EUA.
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