Um levantamento global da Edelman revela que a maioria das pessoas acredita em mitos médicos comuns e que a confiança na mídia para informações de saúde caiu, enquanto o uso de inteligência artificial para gerenciar a saúde cresce.

Um novo levantamento global conduzido pela Edelman aponta que a desinformação em saúde é um problema disseminado, com sete em cada dez pessoas acreditando em pelo menos um de seis mitos médicos comuns. A pesquisa desmistifica a ideia de que a crença em informações falsas se limita a grupos específicos, mostrando que ela abrange diversas faixas etárias, níveis educacionais e espectros políticos. Além disso, o estudo revela que a desinformação é mais prevalente em países em desenvolvimento, diferentemente da percepção anterior de que os Estados Unidos seriam o epicentro.
O relatório também destaca uma queda de 10 pontos percentuais na confiança pública para encontrar informações de saúde confiáveis, atingindo 51%. A confiança na mídia para cobrir temas de saúde com precisão permanece 11 pontos abaixo do nível pré-pandemia, em 46% globalmente. Em contraste, 35% dos entrevistados já utilizam inteligência artificial para gerenciar sua saúde, e 64% acreditam que a IA pode desempenhar tarefas médicas tão bem ou melhor que profissionais treinados, sugerindo uma mudança na forma como as pessoas buscam e confiam em informações de saúde.
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