Jeffries defende uso de 'guerra máxima' em meio a críticas republicanas
O líder da minoria na Câmara, Hakeem Jeffries, defendeu sua retórica de "guerra máxima" para descrever os esforços de redesenho distrital dos Democratas, apesar das críticas republicanas que a associam à violência política.
Pontos principais
- Hakeem Jeffries defendeu o uso da frase "guerra máxima" para descrever os esforços de redesenho distrital dos Democratas.
- Republicanos criticaram a declaração, alegando que ela incita a violência política.
- Jeffries afirmou que a frase foi usada após a Virgínia aprovar um novo mapa que pode dar aos Democratas uma maioria de 10-1.
- Ele rejeitou as críticas republicanas, chamando-as de "falsas" e afirmando que não se importa.
- Jeffries condenou repetidamente atos de violência política, classificando-os como "inaceitáveis".
O líder da minoria na Câmara, Hakeem Jeffries, defendeu o uso da frase "guerra máxima" para descrever os esforços de redesenho distrital dos Democratas, apesar das críticas de parlamentares republicanos. Estes últimos associaram a retórica à violência política, especialmente após um tiroteio no Jantar dos Correspondentes da Casa Branca.
Jeffries utilizou a expressão após a Virgínia aprovar um novo mapa que pode resultar em uma maioria de 10-1 para os Democratas. Ele afirmou que a frase se originou de uma fonte próxima ao Presidente Trump e rejeitou as críticas republicanas, classificando-as como "falsas". O líder democrata também condenou atos de violência política, reiterando que são "inaceitáveis".
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