Cubanos recorrem a mercado ilegal por medicamentos essenciais
A escassez de medicamentos em hospitais e farmácias estatais em Cuba tem levado a população a buscar produtos no mercado ilegal, sem garantia de origem.
Pontos principais
- População cubana busca medicamentos no mercado ilegal devido à escassez em hospitais e farmácias estatais.
- Lojas clandestinas em Havana vendem remédios e itens de higiene sem garantia de origem ou necessidade de receita.
- A falta de tratamento para condições como hipertensão é descrita como um processo de "matar aos poucos".
A população cubana tem recorrido cada vez mais ao mercado ilegal para obter medicamentos essenciais, devido à grave escassez em hospitais e farmácias estatais. Lojas clandestinas se proliferaram em Havana, comercializando produtos importados sem garantia de origem ou necessidade de receita médica, o que representa um risco à saúde pública.
A situação é crítica para pacientes com doenças crônicas, como hipertensão, que se veem sem acesso a tratamentos adequados. Um cubano descreveu a situação como um processo de "matar aos poucos", evidenciando o desespero e a vulnerabilidade da população diante da falta de acesso a itens básicos de saúde.
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