Os Estados Unidos autorizaram o governo da Venezuela a efetuar o pagamento do advogado de defesa de Nicolás Maduro, revertendo uma restrição anterior que poderia comprometer o processo de tráfico de medicamentos contra o ex-presidente venezuelano. Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram detidos em Caracas em janeiro e levados para Nova York, onde se declararam inocentes das acusações de narcoterrorismo. O advogado de Maduro, Barry Pollack, argumentou que as sanções impediam o pagamento, violando o direito constitucional de seu cliente à assistência jurídica.
O juiz Alvin Hellerstein demonstrou ceticismo quanto ao bloqueio dos pagamentos, enfatizando a importância do direito à assistência jurídica, apesar das alegações da promotoria sobre segurança nacional. As relações entre Caracas e Washington têm apresentado melhorias desde que Delcy Rodríguez assumiu a liderança interina da Venezuela. As sanções contra o país foram intensificadas durante o primeiro mandato de Donald Trump, que considerou a reeleição de Maduro em 2018 como fraudulenta. Maduro, por sua vez, rejeita as acusações, alegando que são pretextos dos EUA para controlar as reservas de petróleo venezuelanas.
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