A maior proibição de produtos químicos tóxicos já vista na União Europeia, anunciada em abril de 2022, enfrenta atrasos significativos, gerando críticas de grupos ambientalistas. Eles acusam a própria Comissão Europeia de ser o principal entrave para a implementação de seus planos. Um relatório recente aponta pouco progresso na restrição de 14 substâncias, incluindo compostos nocivos encontrados em fraldas de bebê e os chamados "químicos eternos", quatro anos após o anúncio inicial.
Cientistas e ativistas expressam "extrema frustração" com a lentidão do processo. A iniciativa visava proteger a saúde pública e o meio ambiente, mas a falta de avanço levanta preocupações sobre a eficácia das políticas regulatórias da UE em relação a substâncias perigosas.
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