Mais de 200 mil pedem ao Reino Unido que corte laços com Palantir
Mais de 200 mil pessoas assinaram petições pedindo que o governo do Reino Unido encerre contratos com a Palantir, citando preocupações com o uso de seus softwares em programas de imigração e militares, além do contrato com o NHS.
Pontos principais
- Mais de 200 mil pessoas assinaram petições para que o governo do Reino Unido rompa contratos com a Palantir.
- As petições destacam preocupações com o papel da Palantir no NHS, polícia, militares e conselhos.
- Uma petição exige o fim de todos os contratos públicos, citando o uso do software pelo programa de imigração ICE de Donald Trump e pelos militares israelenses.
- Outra petição pede ao secretário de saúde, Wes Streeting, que cancele o contrato de £330 milhões da Palantir para dados de pacientes com o NHS.
- A empresa é criticada por seu 'manifesto de supervilão' e o uso de seu software em contextos sensíveis.
Mais de 200 mil pessoas assinaram petições no Reino Unido solicitando que o governo encerre seus contratos com a empresa de tecnologia Palantir. As petições refletem uma crescente preocupação pública sobre o envolvimento da Palantir em setores sensíveis, como o Serviço Nacional de Saúde (NHS), a polícia, as forças armadas e conselhos locais. Críticos apontam para o uso do software da empresa em programas de imigração, como o ICE de Donald Trump, e por militares israelenses, levantando questões éticas e de privacidade.
Uma das petições exige o fim de todos os contratos públicos com a Palantir, enquanto outra apela diretamente ao secretário de saúde, Wes Streeting, para cancelar o contrato de £330 milhões da empresa para o gerenciamento de dados de pacientes do NHS. A Palantir tem sido alvo de críticas por seu 'manifesto de supervilão' e pela aplicação de sua tecnologia em contextos que geram controvérsia.
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