A Associação Brasileira de Ensino de Jornalismo (Abej) defende uma formação que priorize a ética e a crítica para preparar futuros jornalistas para os desafios da inteligência artificial e da desinformação.
A Associação Brasileira de Ensino de Jornalismo (Abej) defende que a formação de jornalistas deve priorizar a crítica e a ética para enfrentar os desafios impostos pela inteligência artificial e pela desinformação. A presidente da Abej, Marluce Zacariotti, ressalta que temas como IA e combate à desinformação devem ser integrados de forma transversal nos currículos, sem a necessidade de novas disciplinas. A pesquisa jornalística, metodologias de verificação de dados e a extensão universitária são pilares fundamentais para essa formação.
Além disso, a Abej enfatiza que a formação deve capacitar os futuros profissionais a utilizar as novas tecnologias de forma eficaz, aproveitando seu potencial sem vilanizá-las. A consciência cidadã e a educação midiática são cruciais para que o jornalista possa explicar ao público o complexo ecossistema mediático atual e a distinção entre jornalistas e influenciadores, reafirmando o papel humano e social da profissão em um cenário dominado por big techs.
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