O conselho da BP enfrentou uma significativa oposição dos acionistas em sua primeira assembleia geral sob nova liderança, com mais de 50% dos votos contra propostas cruciais. A rebelião climática tripla ocorreu em resposta aos planos da empresa de eliminar seus relatórios climáticos existentes e de substituir as reuniões anuais presenciais por eventos exclusivamente online.
A votação reflete a pressão contínua dos acionistas por maior transparência e engajamento em questões ambientais, especialmente considerando que as reuniões presenciais da BP têm sido palco de protestos climáticos nos últimos anos. A decisão dos acionistas sinaliza um desafio para a nova liderança da empresa de petróleo em sua abordagem às políticas climáticas e à comunicação corporativa.
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