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Chefe da autoridade eleitoral do Peru renuncia em meio a atrasos na apuração

Piero Corvetto, chefe da autoridade eleitoral do Peru, renunciou ao cargo devido à pressão e atrasos na apuração das eleições gerais, nove dias após o pleito.

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Foto: ABC News US World
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21/04 às 17:05 · atualizado 22/04 às 05:03

Pontos principais

  • Piero Corvetto renunciou ao cargo de chefe da autoridade eleitoral do Peru nesta terça-feira (21).
  • A renúncia ocorre nove dias após as eleições gerais de 12 de abril, em meio a crescentes pressões e atrasos na apuração.
  • A demora na contagem de votos gerou alegações de fraude por parte de candidatos, embora Corvetto negue irregularidades.
  • Observadores da União Europeia não encontraram evidências de fraude no processo eleitoral.
  • Problemas logísticos afetaram a credibilidade do processo eleitoral, segundo o novo artigo.
  • O resultado final da eleição presidencial, incluindo os candidatos para o segundo turno em junho, é esperado somente para 15 de maio.

Piero Corvetto, chefe da autoridade eleitoral do Peru, renunciou ao cargo nesta terça-feira (21) em meio a crescentes pressões e atrasos na apuração das eleições gerais, realizadas em 12 de abril. A renúncia ocorre nove dias após o pleito, com a contagem de votos ainda em andamento e os candidatos que avançarão para o segundo turno em junho ainda incertos. A demora na divulgação dos resultados tem gerado alegações de fraude por parte de vários candidatos, embora Corvetto tenha reconhecido apenas atrasos logísticos e negado qualquer irregularidade no processo eleitoral. Observadores da União Europeia também afirmaram não ter encontrado evidências de fraude.

Autoridades eleitorais iniciaram a revisão de milhares de cédulas contestadas, o que deve atrasar ainda mais a conclusão da apuração. Os problemas logísticos enfrentados durante a eleição presidencial, que afetaram a credibilidade do processo eleitoral, foram um dos motivos da renúncia de Corvetto. O resultado final da eleição presidencial é esperado somente para 15 de maio. Atualmente, Keiko Fujimori lidera a contagem com aproximadamente 17% dos votos, enquanto Roberto Sánchez e Rafael López Aliaga disputam a segunda posição.

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