Sobreviventes do genocídio em Ruanda descrevem o período como um apocalipse, destacando a importância da justiça restaurativa e da memória para a recuperação da nação.

Os sobreviventes do genocídio em Ruanda descrevem o período de violência como um verdadeiro apocalipse, que durou cem dias e deixou um rastro de destruição e perda. Durante e após os conflitos, crianças foram deixadas órfãs e sem sustento, enquanto a população se dedicava à busca por parentes desaparecidos e à identificação de corpos. A infraestrutura do país também foi severamente afetada, com casas e plantações destruídas, e muitos dos perpetradores do genocídio buscaram refúgio em nações vizinhas.
Diante desse cenário devastador, a justiça restaurativa e a preservação da memória emergem como pilares fundamentais para a recuperação e reconstrução de Ruanda. Esses elementos são considerados essenciais para que a nação possa lidar com as cicatrizes do passado e construir um futuro mais resiliente, garantindo que as lições do genocídio não sejam esquecidas e que a reconciliação possa ser alcançada.
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