O químico suíço Albert Hofmann descobriu os efeitos alucinógenos do LSD em abril de 1943, durante experimentos em laboratório. A descoberta foi acidental, e Hofmann descreveu sua primeira experiência deliberada com a substância como um "apavorante" passeio de bicicleta do laboratório para casa, marcando um ponto significativo na história da psicofarmacologia.
Hofmann defendia o potencial terapêutico do LSD na psiquiatria, mas alertava contra o uso imprudente. A Sandoz, empresa farmacêutica onde ele trabalhava, chegou a distribuir o LSD como medicamento experimental (Delysid) para hospitais psiquiátricos. No entanto, o uso descontrolado e as "viagens ruins" levaram à proibição internacional da substância pela Convenção das Nações Unidas sobre Substâncias Psicotrópicas de 1971. Em entrevista à BBC em 1986, Hofmann refletiu sobre o impacto de sua criação, que ele chamou de seu "filho-problema", e as mudanças que o LSD trouxe ao mundo.
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