STF envia investigações das operações Rejeito e Intrafortis para MG
O Supremo Tribunal Federal remeteu as investigações das operações Rejeito e Intrafortis para a Justiça Federal de Minas Gerais, após a PF não encontrar indícios de envolvimento de deputado federal.
Pontos principais
- O STF retirou as investigações das operações Rejeito e Intrafortis da Corte, enviando-as para a Justiça Federal de primeiro grau em Minas Gerais.
- A decisão do ministro Dias Toffoli ocorreu após a Polícia Federal concluir que não há indícios de envolvimento do deputado federal Luiz Fernando Faria (União Brasil) nas fraudes de mineração.
- A competência do STF havia sido estabelecida devido à suspeita inicial de participação do parlamentar, que figurava como sócio de uma empresa ligada a outra investigada.
- A PF não encontrou elementos que ligassem Faria às condutas apuradas após análise de eletrônicos, documentos e dados bancários.
- As operações Rejeito e Intrafortis investigam um esquema bilionário de corrupção, crimes ambientais e exploração ilegal de minério em Minas Gerais, deflagradas em setembro de 2025.
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu remeter as investigações das operações Rejeito e Intrafortis para a Justiça Federal de primeiro grau em Minas Gerais. A decisão do ministro Dias Toffoli foi tomada após a Polícia Federal (PF) concluir que não há indícios de envolvimento do deputado federal Luiz Fernando Faria (União Brasil) nos crimes apurados. A competência do STF havia sido estabelecida inicialmente devido à suspeita de participação do parlamentar, que era sócio de uma empresa ligada a outra investigada.
A PF, após análise de eletrônicos, documentos e dados bancários, não encontrou elementos que ligassem Faria às condutas investigadas. As operações Rejeito e Intrafortis, deflagradas em setembro de 2025, apuram um esquema bilionário de corrupção, crimes ambientais e exploração ilegal de minério em Minas Gerais. O ministro Toffoli determinou que qualquer nova medida relevante no processo seja comunicada imediatamente ao STF para evitar nulidades e acompanhar o surgimento de indícios envolvendo autoridades com foro privilegiado.
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