Pesquisas recentes nos Estados Unidos indicam um aumento significativo no fervor religioso entre jovens homens da Geração Z. Uma pesquisa Gallup mostra que 42% dos homens com idades entre 18 e 29 anos consideram a religião "muito importante" em suas vidas, um crescimento notável em comparação com os 28% registrados há alguns anos. Este fenômeno reverte uma tendência histórica, onde as mulheres eram tradicionalmente mais religiosas que os homens.
Embora o aumento seja mensurável e direcionado, especialistas como Melissa Deckman e Andrew Chesnut ressaltam que não há evidências de um avivamento religioso em larga escala ou generalizado. A Geração Z, como um todo, ainda detém a maior proporção de adultos não afiliados religiosamente na história moderna. A religiosidade pode estar se manifestando como uma forma contracultural de identidade e rebelião para um subconjunto de jovens homens, com nuances políticas.
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