JBS e trabalhadores nos EUA chegam a acordo após greve
A JBS e o sindicato UFCW Local 7 ratificaram um acordo provisório de dois anos, encerrando uma greve de um mês na fábrica de Greeley, Colorado.
Pontos principais
- O acordo provisório de dois anos foi firmado entre a JBS e cerca de 3,8 mil funcionários em Greeley, Colorado.
- A greve, que durou um mês, foi motivada por reivindicações de reajustes salariais e o fim da cobrança por equipamentos de proteção.
- Os termos incluem um aumento salarial de quase 33% em dois anos e a isenção de custos com equipamentos de proteção individual.
- O sindicato retirará sete acusações de práticas trabalhistas injustas contra a JBS como parte do acordo.
- A JBS expressou decepção com a remoção de um benefício previdenciário que fazia parte de um acordo nacional anterior.
A JBS e o sindicato UFCW Local 7 chegaram a um acordo provisório de dois anos com cerca de 3,8 mil funcionários em sua fábrica de Greeley, Colorado, nos Estados Unidos. O consenso, anunciado no domingo (12) por ambas as partes, encerra uma greve de um mês que buscava melhores salários e condições de trabalho. Entre os termos acordados, destacam-se um aumento salarial de quase 33% ao longo de dois anos e a isenção de custos com equipamentos de proteção individual para os trabalhadores.
Como parte do acordo, o sindicato retirará sete acusações de práticas trabalhistas injustas contra a JBS, a maior empresa de carnes do mundo. A empresa, por sua vez, manifestou decepção com a remoção de um benefício previdenciário que integrava um acordo nacional anterior. A paralisação impactou a capacidade de processamento de carne bovina nos EUA, em um período já marcado por baixa oferta de gado e preços recordes no setor.
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