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Astros de Hollywood se opõem à fusão Paramount-Warner

Mais de mil atores, diretores e roteiristas, incluindo Jane Fonda e Joaquin Phoenix, assinaram uma carta contra a fusão de US$ 110 bilhões entre Paramount Skydance e Warner Bros. Discovery, citando preocupações com demissões e concorrência.

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Foto: InfoMoney
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13/04 às 13:02 · atualizado 16:14

Pontos principais

  • Mais de 1.000 profissionais de Hollywood, como Jane Fonda e Joaquin Phoenix, assinaram uma carta contra a fusão da Paramount Skydance com a Warner Bros. Discovery.
  • Os signatários expressam preocupação com demissões em massa, aumento de custos e redução de opções para o público e criadores.
  • A fusão, avaliada em US$ 110 bilhões, uniria dois dos maiores estúdios de Hollywood e suas plataformas de streaming, Paramount+ e HBO Max.
  • O acordo está sob análise de órgãos reguladores nos EUA e na Europa, incluindo o procurador-geral da Califórnia.
  • Sindicatos de Hollywood alertam que a fusão pode agravar os cortes de vagas no setor.

Mais de mil atores, diretores e roteiristas de Hollywood, incluindo nomes como Jane Fonda, Joaquin Phoenix e Glenn Close, manifestaram oposição à megafusão de US$ 110 bilhões entre a Paramount Skydance e a Warner Bros. Discovery. Em uma carta, os profissionais expressam preocupação com potenciais demissões em massa, aumento de custos para o consumidor e uma diminuição na concorrência do setor de mídia, o que resultaria em menos opções para o público e criadores. A combinação uniria dois dos maiores estúdios de Hollywood e suas plataformas de streaming, Paramount+ e HBO Max.

A fusão está atualmente sob análise de órgãos reguladores nos Estados Unidos e na Europa, incluindo o procurador-geral da Califórnia. Sindicatos de Hollywood também alertam que a concretização do negócio poderia intensificar os cortes de vagas em uma indústria já impactada por demissões. O conselho da Warner Bros. recomendou que os acionistas rejeitassem a proposta, citando a meta da Paramount de economizar US$ 9 bilhões em custos. A senadora Elizabeth Warren criticou o acordo, classificando-o como um "incêndio antitruste de cinco alarmes".

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