Teles brasileiras expandem serviços de tecnologia para o mercado B2B
Empresas de telecomunicações no Brasil estão investindo em serviços de tecnologia e conectividade para o mercado corporativo, buscando novas fontes de receita e aproveitando o crescimento do setor digital.
Pontos principais
- Operadoras de telecomunicações no Brasil estão focando em serviços de tecnologia da informação e conectividade (TIC) para o mercado B2B.
- O mercado brasileiro de TI cresceu 18,5% em 2025, impulsionado pela busca das empresas por eficiência.
- TIM, Vivo e Claro estão fortalecendo suas ofertas B2B, incluindo soluções de IoT, IA, nuvem e cibersegurança.
- A Singtel, operadora asiática, abriu seu primeiro escritório no Brasil para atuar exclusivamente no mercado empresarial com sua plataforma NaaS.
- Consultorias indicam que o mercado B2B é a principal fonte de expansão de receita para operadoras globalmente.
As empresas de telecomunicações no Brasil estão intensificando seus investimentos em serviços de tecnologia da informação e conectividade (TIC) voltados para o mercado corporativo (B2B). Essa estratégia visa diversificar as fontes de receita e capitalizar o crescimento do setor digital no país, que registrou um aumento de 18,5% no mercado de TI em 2025, superando a média global. Operadoras como TIM, Vivo e Claro estão expandindo suas ofertas B2B, incorporando soluções avançadas em áreas como Internet das Coisas (IoT), inteligência artificial (IA), computação em nuvem e cibersegurança.
A movimentação no setor inclui a entrada de novos players, como a operadora asiática Singtel, que estabeleceu seu primeiro escritório no Brasil com foco exclusivo no mercado empresarial e sua plataforma de rede como serviço (NaaS). As operadoras nacionais também estão firmando parcerias estratégicas; a Claro Empresas, por exemplo, colabora com Nvidia e Oracle para processamento de IA, enquanto a TIM utiliza a IA da V8.Tech para análise de dados. Consultorias como Omdia e Alvarez & Marsal apontam que o mercado B2B representa a principal via de expansão de receita para operadoras em nível global, dada a saturação dos mercados tradicionais.
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