Durante a partida entre as seleções da Espanha e do Egito, torcedores espanhóis entoaram cânticos islamofóbicos, incluindo a frase “Quem não pular é muçulmano”. A manifestação ocorreu após o hino do Egito ser vaiado, e teve como alvo indireto o jogador Lamine Yamal, de 19 anos, que é muçulmano e estava em campo pela seleção espanhola. Yamal, filho de pai marroquino, é conhecido por praticar o Ramadã.
O governo da Espanha classificou o episódio como vergonhoso, e a polícia da Catalunha abriu uma investigação sobre os cânticos “islamofóbicos e xenófobos”. O ministro da Justiça espanhol, Félix Bolaños, condenou os insultos e cânticos racistas. Apesar dos incidentes, o árbitro búlgaro Georgi Kabakov não acionou o protocolo antidiscriminação da FIFA. Tanto o sistema de som do estádio quanto a Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF) intervieram, solicitando o fim dos cânticos.
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