O São Paulo Futebol Clube rescindiu o contrato com a empresa Milclean e está cobrando R$ 1 milhão na Justiça por não cumprimento contratual e fraude na prestação de serviços de limpeza. A decisão ocorreu após uma auditoria interna revelar que a empresa fornecia menos funcionários do que o acordado, registrando entre 1,3 mil e 1,5 mil faltas mensais desde setembro de 2024. A Milclean alegou dificuldades operacionais e tentou substituir funcionários por equipamentos sem a aprovação do clube.
O contrato, assinado pelo ex-presidente Júlio Casares, previa o fornecimento de 96 funcionários diários e um pagamento mensal de R$ 570 mil. A ação judicial busca a restituição de valores pagos a mais e compensação pelo não cumprimento dos termos. A situação da Milclean também está sob o conhecimento da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo, que acompanham outras investigações envolvendo o clube.
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