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MP denuncia 7 por corrupção em SP, incluindo dono da Ultrafarma

O Ministério Público de São Paulo denunciou sete pessoas, entre empresários e ex-auditores fiscais, por um esquema de corrupção que gerou mais de R$ 327 milhões em prejuízos aos cofres públicos.

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Foto: Agência Brasil - EBC
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09/02 às 12:37

Pontos principais

  • Sete pessoas foram denunciadas pelo MPSP por corrupção, incluindo empresários e ex-auditores fiscais da Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo.
  • Entre os denunciados estão Sidney Oliveira, proprietário da Ultrafarma, e um diretor contábil, investigados na Operação Ícaro.
  • O esquema envolveu corrupção ativa e passiva entre 2021 e 2025, com auditores solicitando vantagens para beneficiar a Ultrafarma em ressarcimentos de ICMS.
  • Representantes da empresa teriam oferecido pagamentos ilícitos para acelerar e inflar os valores dos créditos tributários, resultando em mais de R$ 327 milhões em ressarcimento indevido.
  • A Secretaria da Fazenda revogou alterações em portarias e decretos, além de instaurar 33 procedimentos administrativos para revisar lançamentos de créditos e coibir práticas ilegais.

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) formalizou a denúncia contra sete indivíduos, incluindo empresários e ex-auditores fiscais da Secretaria da Fazenda e Planejamento do estado, por envolvimento em um esquema de corrupção. A investigação, parte da Operação Ícaro, aponta que o esquema causou um prejuízo superior a R$ 327 milhões aos cofres públicos, com crimes de corrupção ativa e passiva ocorrendo entre 2021 e 2025. Entre os denunciados estão Sidney Oliveira, proprietário da Ultrafarma, e um diretor contábil da empresa, que teriam oferecido pagamentos ilícitos para acelerar e inflar ressarcimentos de créditos de ICMS.

Os auditores-fiscais são acusados de solicitar vantagens para beneficiar a Ultrafarma em procedimentos de ressarcimento de créditos tributários. Em resposta às irregularidades, a Secretaria da Fazenda revogou alterações em portarias e decretos, além de iniciar 33 procedimentos administrativos para revisar lançamentos de créditos e implementar medidas para coibir práticas ilegais. A denúncia ressalta a gravidade do caso e o impacto financeiro significativo para o estado de São Paulo.

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