O Brasil alcançou a 19ª posição no ranking global de atratividade para investimentos em mineração do Fraser Institute, um avanço notável em comparação com a 56ª posição registrada no ano anterior. A pesquisa, que avaliou 68 jurisdições, indica uma melhoria na percepção de executivos do setor sobre o potencial geológico do país e a qualidade de seu ambiente institucional, incluindo regras e previsibilidade regulatória. Este reposicionamento ocorre em um momento de crescente demanda global por minerais estratégicos, essenciais para tecnologias de baterias e energias renováveis.
O governo brasileiro tem trabalhado para estruturar uma política voltada para minerais estratégicos, com o objetivo de promover a industrialização e agregar valor aos recursos naturais, em vez de se limitar à exportação de matéria-prima. Uma proposta legislativa está em discussão para criar um marco regulatório específico, buscando reduzir riscos e aumentar a atratividade de projetos, além de conferir previsibilidade ao licenciamento ambiental. Contudo, o setor ainda lida com desafios internos, como divergências governamentais e pressões ambientalistas, que podem atrasar a definição de regras claras e a implementação de políticas.
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