Israel tem empregado uma estratégia de "decapitação" no conflito com o Irã, resultando na morte de mais de 20 líderes iranianos, incluindo o líder supremo Ali Khamenei e Ali Larijani.
Desde o início da guerra em 28 de fevereiro, Israel tem executado uma estratégia de "decapitação" contra o Irã, resultando na morte de mais de 20 líderes iranianos. Entre as baixas mais significativas estão o líder supremo Ali Khamenei e Ali Larijani, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, que era visto como o chefe de fato do Irã após a morte de Khamenei. A estratégia também atingiu figuras militares e políticas de alto escalão, como Mohammad Pakpour, chefe da Guarda Revolucionária, e Abdol Rahim Mousavi, chefe do Estado-Maior.
Apesar do sucesso tático em eliminar líderes, a eficácia dessa estratégia para enfraquecer um Estado complexo como o Irã é questionada por especialistas, que sugerem que ela pode até endurecer o regime. A sucessão de Mojtaba Khamenei, filho do falecido líder supremo, indica a continuidade do regime dos aiatolás. O presidente Masoud Pezeshkian e o ministro das Relações Exteriores Abbas Araqchi não foram alvos diretos. O objetivo político final da estratégia de Israel e a convergência de objetivos com os EUA permanecem incertos.
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