Meta desprioriza metaverso e foca em inteligência artificial
A Meta está desmantelando a visão original de Mark Zuckerberg para o metaverso, reduzindo o foco em realidade virtual e priorizando a inteligência artificial após bilhões em prejuízos e baixa adoção.
Pontos principais
- A Meta está abandonando a visão original de um metaverso imersivo em realidade virtual, encerrando o acesso via headsets VR ao Horizon Worlds.
- A empresa demitiu cerca de 10% da equipe da divisão de metaverso e acumulou aproximadamente US$ 80 bilhões em prejuízos com o projeto.
- O metaverso e a realidade virtual continuam restritos a nichos, enquanto a Meta direciona investimentos para a inteligência artificial.
- A Meta planeja gastar ao menos US$ 115 bilhões em IA neste ano, e a palavra "metaverso" perdeu protagonismo em suas conferências.
A Meta está desmantelando a visão original de Mark Zuckerberg para o metaverso, reduzindo o foco em realidade virtual e priorizando a inteligência artificial. A empresa encerrou o acesso via headsets VR ao Horizon Worlds, um dos pilares de sua aposta no metaverso, e demitiu cerca de 10% da equipe da divisão. O projeto acumulou aproximadamente US$ 80 bilhões em prejuízos desde sua concepção, com a experiência ficando aquém da promessa e não atingindo a adoção esperada.
Em contraste, a Meta agora direciona seus investimentos para a inteligência artificial, planejando gastar ao menos US$ 115 bilhões neste ano em IA. A palavra "metaverso" perdeu protagonismo nas conferências da empresa, sendo substituída pela ênfase em "IA", refletindo a mudança estratégica. A aposta no metaverso começou em 2014 com a aquisição da Oculus, mas a realidade virtual e o metaverso continuam restritos a nichos, enquanto plataformas como Roblox e Fortnite ganharam mais tração.
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