A Artax, mesa da Itaú Asset com 100% de retorno em quatro anos, alerta para o risco do 'efeito riqueza' nos EUA, onde o consumo está excessivamente ligado ao mercado de ações.
A Artax, mesa da Itaú Asset que registrou 100% de retorno em quatro anos, superando o CDI em 8 pontos percentuais anuais, está alertando para um risco significativo no mercado dos EUA. Segundo Bruno Bak, head da Artax, o 'efeito riqueza' está criando uma fragilidade na economia americana, onde o consumo está excessivamente atrelado ao desempenho do mercado de ações. Uma possível correção nas bolsas, que poderia ser desencadeada por questionamentos sobre os modelos de negócio de inteligência artificial (IA), poderia resultar em uma retração do consumo, queda nos lucros corporativos e aumento do desemprego.
Diante desse cenário, a Artax adota uma estratégia de diversificação, evitando apostas geopolíticas e concentrando-se em mercados onde possui vantagem comparativa, como a renda fixa na América Latina, especificamente no México e Chile. A carteira da mesa é impulsionada por dois motores independentes, macro e micro, buscando empresas com modelos de negócio dominados, como bancos no Brasil e a TSMC no exterior, e evitando o 'beta Brasil'.
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