Guerra Irã-EUA entra na 3ª semana com míssil na embaixada em Bagdá e fogo em Fujairah
Trump rejeita cessar-fogo e convoca navios para Hormuz; França recusa; 5 mil marines rumam ao Golfo.
Pontos principais
- Míssil atingiu heliponto da embaixada americana em Bagdá
- Destroços de drones incendiaram terminal de petróleo em Fujairah, EAU
- Trump rejeitou cessar-fogo, exigindo abandono nuclear do Irã
- Trump convocou China, França, Japão, Coreia do Sul e Reino Unido a enviar navios para Hormuz
- França recusou: 'nossa postura é defensiva'
- 5 mil fuzileiros navais e marinheiros adicionais rumam ao Golfo
- Guerra já matou mais de 2 mil pessoas
- Ataques à Ilha de Kharg ameaçam remover 2 mi de barris/dia do mercado permanentemente
O conflito entre EUA-Israel e Irã entrou em sua terceira semana com escalada em múltiplas frentes. Um míssil atingiu o heliponto dentro do complexo da embaixada americana em Bagdá, o segundo ataque à embaixada desde o início da guerra em 28 de fevereiro. Destroços de drones interceptados incendiaram o terminal de petróleo de Fujairah nos Emirados Árabes, suspendendo operações de carga.
Trump rejeitou propostas de cessar-fogo, dizendo que 'os termos não são bons o suficiente', e exigiu que o Irã abandone ambições nucleares. Convocou China, França, Japão, Coreia do Sul e Reino Unido a enviar navios para manter o Estreito de Hormuz aberto. A França recusou: 'nossa postura é defensiva. Parem com o alarmismo.'
Cerca de 5 mil marines e marinheiros adicionais estão sendo enviados ao Golfo, incluindo a 31ª Unidade Expedicionária de Fuzileiros Navais do Indo-Pacífico, habilitando operações em ilhas próximas ao estreito. A guerra já matou mais de 2 mil pessoas. Ataques à Ilha de Kharg — hub de 90% das exportações iranianas de petróleo — ameaçam remover 2 milhões de barris por dia permanentemente do mercado global.
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