O Ministério Público junto ao TCU solicitou o afastamento de Marcio Pochmann, presidente do IBGE, por supostas irregularidades na gestão e tentativa de criar a Fundação IBGE+.
O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) solicitou o afastamento de Marcio Pochmann da presidência do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O pedido, feito pelo procurador Júlio Marcelo de Oliveira, baseia-se em supostas irregularidades na gestão do órgão, incluindo a substituição de servidores de carreira por recém-ingressos em cargos técnicos.
Outro ponto de questionamento é a tentativa de criação da Fundação IBGE+, que, segundo o procurador, poderia extrapolar as atribuições legais do instituto e exigiria autorização legislativa expressa. A procuradoria vê a Fundação IBGE+ como um "quadro institucional preocupante" e uma tentativa de entidade paralela para captação de recursos. Servidores do IBGE também acusam a gestão de Pochmann de tentar criar um "IBGE paralelo", além de assédio e retaliação, com técnicos sendo transferidos de prédio após denúncias. Há preocupação com a possível fragilização da autonomia técnica e da credibilidade dos dados oficiais produzidos pelo IBGE.
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