A diplomacia brasileira, pautada pela Carta da ONU e Constituição Federal, defende a resolução pacífica de conflitos e a soberania nacional, condenando ataques no Oriente Médio e na Venezuela.
Em um cenário de crescente tensão internacional, a diplomacia brasileira tem se posicionado firmemente em conflitos como os recentes no Oriente Médio e os ataques na Venezuela. A base para essas ações é a Carta da ONU e a Constituição Federal, que guiam a política externa do país para a resolução pacífica de controvérsias, a proibição do uso da força e o respeito à soberania das nações. O Brasil condenou tanto os ataques coordenados dos EUA e Israel contra o Irã quanto as subsequentes ações retaliatórias iranianas, apelando pela interrupção das hostilidades e pela proteção de civis.
O Itamaraty tem reiterado a importância de não relativizar violações do direito internacional, focando nos fatos e não nos 'personagens' envolvidos nos conflitos. Essa abordagem foi evidente na disputa entre Venezuela e Guiana, bem como na condenação do presidente Lula ao ataque dos EUA à Venezuela e à captura de Nicolás Maduro, que foi classificada como uma afronta à soberania venezuelana. A postura brasileira busca promover a estabilidade e o respeito às normas internacionais em um contexto global complexo.