Quase 900 funcionários de Google e OpenAI exigem limites em contratos militares de IA
Carta aberta 'We Will Not Be Divided' pede que empresas mantenham linhas vermelhas contra vigilância em massa e armas autônomas.
Pontos principais
- ~800 funcionários do Google e ~100 da OpenAI assinaram carta aberta
- Carta intitulada 'We Will Not Be Divided' defende linhas vermelhas da Anthropic
- Signatários pedem recusa às demandas do Pentágono por acesso irrestrito
- Reação intensificou-se após Pentágono colocar Anthropic em lista negra
Uma carta aberta intitulada 'We Will Not Be Divided' reuniu quase 900 assinaturas — cerca de 800 de funcionários do Google e quase 100 da OpenAI — exigindo que as lideranças das empresas mantenham limites nos contratos militares de IA. Os signatários pedem que as empresas recusem as demandas do Pentágono por acesso irrestrito à inteligência artificial.
A carta defende a manutenção das linhas vermelhas estabelecidas pela Anthropic contra vigilância em massa e armas totalmente autônomas. A reação se intensificou após o Pentágono classificar a Anthropic como 'risco à cadeia de suprimentos de segurança nacional'. Paralelamente, Dario Amodei retomou conversas com o Pentágono para resolver o impasse, com investidores como Amazon e Google pressionando por desescalada.
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