Chuvas antecipadas desafiam produtores de figo no Sudoeste de SP em 2026
Produtores de figo no Sudoeste de São Paulo enfrentam desafios com chuvas antecipadas em 2026, buscando estratégias para manter a produção e a qualidade dos frutos durante a safra.
Pontos principais
- A safra de figo na região de Itapetininga (SP) ocorre tradicionalmente de dezembro a abril/maio.
- Chuvas antecipadas em 2026 estão impactando a colheita e exigindo novas estratégias dos produtores locais.
- Produtores como José Ronaldo Serigioli e Daniel Nache implementam técnicas como uso de cal e adubação para mitigar os efeitos do excesso de chuva.
- A produtividade municipal em 2024 foi de 17 toneladas por hectare, e os produtores buscam manter a qualidade para competir no mercado.
Produtores de figo no Sudoeste de São Paulo estão lidando com os impactos das chuvas antecipadas que afetam a safra de 2026, que tradicionalmente se estende de dezembro a abril/maio. A situação exige a adoção de novas estratégias para garantir a manutenção da produção e da qualidade dos frutos, essenciais para a competitividade no mercado interno e externo.
Em Itapetininga, José Ronaldo Serigioli utiliza cal nas figueiras e espera colher cerca de duas toneladas. Já em Alambari, Daniel Nache realiza colheita diária e adubação para combater o excesso de umidade, com expectativa de 7,5 toneladas. A produtividade municipal em 2024 foi de 17 toneladas por hectare, segundo dados da Produção Agrícola Municipal, e os esforços atuais visam preservar esses níveis diante dos desafios climáticos.
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