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Em 2025, 129 jornalistas foram assassinados; mais de 80 por Israel

Um relatório do Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) revelou que 129 profissionais de imprensa foram mortos em 2025, o maior número já registrado, com mais de 80 mortes atribuídas às Forças de Defesa de Israel, principalmente em Gaza.

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25/02 às 11:16

Pontos principais

  • Em 2025, 129 jornalistas foram assassinados no exercício da profissão, o maior número já documentado pelo CPJ em mais de três décadas.
  • Dois terços das mortes (86) são atribuídas às Forças de Defesa de Israel, a maioria em Gaza, com vítimas palestinas.
  • Cinco países concentram 84% das mortes: Israel (86), Sudão (9), México (6), Rússia (4) e Filipinas (3).
  • A impunidade e a falha dos governos em proteger a imprensa são citadas como principais motivos para o aumento dos assassinatos.
  • O relatório destaca que conflitos armados e o uso de drones, especialmente na guerra Rússia-Ucrânia, contribuíram para o recorde de mortes.
  • Casos específicos de jornalistas da Al Jazeera, Hossam Shabat e Anas al-Sharif, mortos por forças israelenses, são mencionados.
  • O CPJ alerta que os assassinatos de jornalistas violam o direito internacional humanitário, que os considera civis e não alvos deliberados.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Jodie Ginsberg (presidente do CPJ)Hossam Shabat (correspondente da Al Jazeera)Mohammad Mansour (TV Palestine Today)Anas al-Sharif (repórter da Al Jazeera)

Organizações

Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ)Forças de Defesa de IsraelAl JazeeraTV Palestine TodaySindicato dos Jornalistas da PalestinaHamasRTP

Lugares

GazaNova York (EUA)IsraelSudãoMéxicoRússiaFilipinasUcrâniaÍndiaBangladeshColômbiaGuatemalaHondurasNepalPeruPaquistãoArábia SauditaBeit LahiaHospital Al-Shifa