O vereador Adilson Amadeu, do União Brasil-SP, reassume uma cadeira na Câmara Municipal de São Paulo como suplente, apesar de duas condenações por antissemitismo, gerando controvérsia.
O vereador Adilson Amadeu, do União Brasil-SP, reassumiu nesta semana uma cadeira na Câmara Municipal de São Paulo como suplente, gerando questionamentos devido ao seu histórico. Amadeu ocupa temporariamente a vaga de Ricardo Teixeira (União Brasil-SP), que se licenciou por 38 dias. Esta não é a primeira vez que ele retorna ao cargo, tendo assumido em outubro do ano passado, substituindo Sandra Alves.
A controvérsia em torno de Amadeu se deve a duas condenações por antissemitismo. Em 2019, ele foi condenado por injúria racial após proferir ofensas antissemitas contra um colega. Posteriormente, em 2020, foi acusado de divulgar áudios com conteúdo preconceituoso contra judeus, resultando em outra condenação por antissemitismo e na perda de seu mandato. Ambas as condenações foram confirmadas em segunda instância, destacando a gravidade das acusações que pesam sobre o parlamentar.