Dois anos após a fuga em Mossoró, as obras de construção de muralhas em presídios federais, com investimento de R$ 149,8 milhões, seguem atrasadas ou paralisadas, com apenas uma unidade concluída.
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Dois anos após a notória fuga de detentos da Penitenciária Federal de Mossoró, as promessas de reforço na segurança com a construção de muralhas em presídios federais permanecem em grande parte não cumpridas. Com um investimento total previsto de R$ 149,8 milhões para quatro unidades, apenas a Penitenciária Federal em Brasília teve suas obras de muralhas concluídas, ao custo de R$ 30,7 milhões. As demais unidades, incluindo Mossoró, Porto Velho, Campo Grande e Catanduvas, enfrentam atrasos significativos, paralisações ou sequer iniciaram os trabalhos.
A situação mais crítica é em Mossoró, onde a obra foi paralisada devido ao abandono da empresa contratada, forçando a Senappen a convocar a segunda colocada na licitação. Enquanto isso, as previsões para início das obras em Porto Velho e Campo Grande apontam para 2026, com conclusões esperadas para 2026 e 2027, respectivamente. A licitação para Catanduvas está programada para março de 2026, com conclusão estimada para 2027, evidenciando um longo caminho até a efetivação das medidas de segurança prometidas.
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