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Dois anos após fuga em Mossoró, muralhas prometidas em presídios federais ainda não saíram do papel

Dois anos após a fuga em Mossoró, as obras de construção de muralhas prometidas em presídios federais, com investimento de R$ 149,8 milhões, continuam atrasadas ou paralisadas, com apenas a unidade de Brasília concluída.

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25/01 às 04:01

Pontos principais

  • As obras de construção de muralhas em presídios federais, prometidas após a fuga em Mossoró em 2024, estão atrasadas ou paralisadas dois anos depois.
  • Apenas a Penitenciária Federal em Brasília teve a estrutura de muralhas concluída, com um investimento de R$ 30,7 milhões.
  • As unidades de Mossoró (RN), Porto Velho (RO), Campo Grande (MS) e Catanduvas (PR) enfrentam atrasos, paralisações ou ainda não iniciaram as obras.
  • O investimento total previsto para as obras nessas quatro unidades é de R$ 149,8 milhões.
  • Em Mossoró, a obra foi paralisada por abandono da empresa contratada, e a Senappen está convocando a segunda colocada na licitação.
  • As obras em Porto Velho e Campo Grande têm previsão de início em 2026, com conclusão em 2026 e 2027, respectivamente.
  • A licitação para a obra em Catanduvas está prevista para março de 2026, com conclusão estimada para 2027.

Mencionado nesta matéria

Organizações

Ministério da JustiçaSecretaria Nacional de Políticas PenaisSenappen

Lugares

MossoróBrasíliaPorto VelhoCampo GrandeCatanduvas