Zema: caso Banco Master seria “pouco provável” se Lava Jato não tivesse sido desfeita
Romeu Zema, pré-candidato à presidência, criticou a anulação da Lava Jato como causa de impunidade em casos como o do Banco Master, defendeu a redução de juros e o impeachment de ministros do STF.
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03/05 às 16:40
Pontos principais
- Romeu Zema (Novo-MG) afirmou que o caso Banco Master seria "pouco provável" se as condenações da Operação Lava Jato tivessem sido mantidas, atribuindo o problema à impunidade.
- Ele criticou o programa Desenrola, do governo federal, como um tratamento paliativo que não aborda a causa estrutural do endividamento, que, segundo ele, é a política fiscal do governo Lula.
- Zema defendeu que a "gastança do Lula" contribui para juros elevados, endividamento das famílias e quebra de empresas.
- O pré-candidato prometeu priorizar a redução das taxas de juros como medida econômica central, caso seja eleito.
- Zema expressou indignação com o STF e defendeu o impeachment de alguns ministros para que o povo brasileiro volte a ter orgulho da instituição.
- Ele mencionou que o próximo presidente poderá indicar até quatro novos ministros do STF devido a aposentadorias compulsórias.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Romeu Zema (pré-candidato a presidente da República e ex-governador de Minas Gerais)Daniel Vorcaro (ex-banqueiro)Luiz Inácio Lula da Silva (presidente)Luiz Fux (ministro do STF)Cármen Lúcia (ministra do STF)Gilmar Mendes (ministro do STF)Roberto Barroso (ex-ministro do STF)
Organizações
Banco MasterOperação Lava JatoSupremo Tribunal Federal (STF)NovoPTSenado Federal
Lugares
Minas GeraisBrasilCuritibaBrasília

