Vinhos soterrados por enchentes no RS viram edição especial; agricultores celebram retomada após tragédia
Viticultores da Serra Gaúcha celebram uma safra emblemática e a retomada da produção após as enchentes de 2024, transformando perdas em resiliência e investindo em tecnologia.
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25/04 às 06:01
Pontos principais
- A safra de uvas de 2026 no Rio Grande do Sul é considerada "emblemática", com 905 mil toneladas produzidas, superando a média.
- A recuperação é atribuída ao clima favorável, alto investimento em tecnologia e persistência dos agricultores.
- A família Argenta, de Barão (RS), transformou vinhos soterrados pelas enchentes em uma "Edição Inundação" especial, simbolizando resiliência.
- O produtor Arnaldo Argenta estima que levará cinco anos para recuperar o estágio anterior às perdas de R$ 1,5 milhão em três anos consecutivos de enchentes.
- Novas tecnologias, como o sistema de cultivo coberto, estão sendo adotadas para proteger as plantações de variações climáticas extremas.
- A pesquisa com novas variedades de uva, como a Palava, é fundamental para escalonar a colheita e reduzir riscos.
- A viticultura na Serra Gaúcha é um legado de imigrantes italianos, envolvendo cerca de 15 mil famílias e sendo uma tradição passada por gerações.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Arnaldo Argenta (produtor)João Paulo Berra (viticultor)
Organizações
Emater-RSGlobo Rural
Lugares
Rio Grande do SulSerra GaúchaBarão (RS)Santa TeresaRepública Checa

