Vale cai 11% no mês, apesar de alta do minério; mas por que mercado segue otimista?
Apesar da queda de 11% das ações da Vale (VALE3) em março e de um cenário global de aversão a risco, analistas de bancos como JPMorgan, Bradesco BBI e BTG Pactual mantêm uma visão otimista para a mineradora, citando seu valuation atraente, resiliência da demanda chinesa e preços sustentados do minério de ferro.
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27/03 às 16:30
Pontos principais
- As ações da Vale (VALE3) caíram cerca de 11% em março, enquanto o minério de ferro subiu 8% no mesmo período, negociando acima de US$ 110/t.
- JPMorgan reitera recomendação de compra para VALE3, com preço-alvo de R$ 96, destacando a Vale como a opção mais barata do setor.
- Bradesco BBI aponta que a volatilidade do minério de ferro é mantida por fatores como intervenções regulatórias na China e normalização da demanda pós-Ano Novo Lunar.
- O banco vê suporte firme para o minério acima de US$ 100/t e mantém visão construtiva para a Vale.
- BTG Pactual reitera recomendação de compra para VALE3, com preço-alvo de US$ 15 por ADR, prevendo revisões de lucro para cima.
- Analistas do BTG Pactual destacam a preparação da Vale para o cenário volátil, com contratos de frete de longo prazo e hedge de bunker.
- A XP Investimentos mantém recomendação neutra, mas observa que o valuation da Vale está se alinhando mais aos preços das commodities spot.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Thiago Lofiego (RI da Vale)Marcelo Bacci (CFO da Vale)
Organizações
ValeJPMorganBradesco BBIBHPBTG PactualXP InvestimentosLSEG
Lugares
IrãAustráliaChinaOriente MédioNova YorkBrasil
