TST condena lojas Havan por racismo recreativo contra ex-funcionária
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) condenou as lojas Havan a pagar R$ 100 mil de indenização a uma ex-funcionária vítima de racismo recreativo e assédio moral por parte de seu chefe em uma unidade em São José (SC).
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27/03 às 18:10
Pontos principais
- O TST condenou a Havan a pagar R$ 100 mil de indenização a uma ex-operadora de caixa.
- A funcionária foi alvo de racismo recreativo e comentários depreciativos de seu chefe.
- O chefe comparou a funcionária a uma pessoa escravizada e fez comentários sobre seu cabelo.
- As denúncias ao RH não resultaram em punição para o chefe, que alegou que as falas eram "brincadeiras".
- A trabalhadora suportou as humilhações por medo de perder o emprego e foi demitida sem justa causa em junho de 2022.
- A indenização foi aumentada pelo TST, após ter sido reduzida em segunda instância.
- O ministro Agra Belmonte destacou o impacto devastador do racismo recreativo, refutando a ideia de que são apenas "brincadeiras".
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Agra Belmonte (ministro)
Organizações
Tribunal Superior do Trabalho (TST)HavanAgência Brasil
Lugares
São José (SC)
