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Transporte aéreo de carga do Brasil destoa da região e cai 1,2% em 2025, diz ALTA

O transporte aéreo de carga no Brasil registrou queda de 1,2% em 2025, destoando do crescimento moderado da América Latina e Caribe, que foi impulsionado por mercados médios, enquanto o país manteve-se como o maior mercado regional, mas com recuo nas importações e exportações.

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12/03 às 11:42

Pontos principais

  • O volume de carga aérea transportada pelo Brasil caiu 1,2% em 2025, totalizando 880.930 toneladas métricas.
  • As importações brasileiras recuaram 2,2% e as exportações caíram 0,1% no ano passado.
  • A rota Brasil–Estados Unidos foi o principal corredor de carga aérea internacional do país.
  • A maior parte do volume de carga aérea internacional do Brasil concentrou-se entre a América do Norte e a Europa.
  • Os aeroportos de Guarulhos (GRU), Viracopos (VCP) e Galeão (GIG) concentraram as operações internacionais no Brasil.
  • A carga aérea internacional da América Latina e Caribe cresceu 3,2% em 2025, impulsionada por mercados como Peru, Panamá e Argentina.
  • O México registrou queda de 0,3% na carga aérea, mas o tráfego com a China teve crescimento relevante de 14,6%.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Peter Cerdá (CEO da ALTA)

Organizações

Associação Latino-Americana e do Caribe de Transporte Aéreo (ALTA)

Lugares

BrasilAmérica Latina e CaribeEstados UnidosPeruPanamáArgentinaCosta RicaEl SalvadorColômbiaMéxicoChinaEuropaGuarulhos (GRU)Viracopos (VCP)Galeão (GIG)