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Tartarugas-cabeçudas reaparecem na Baía de Guanabara

O reaparecimento frequente de tartarugas-cabeçudas na Baía de Guanabara, um fato inédito para pesquisadores, está sendo monitorado pelo Projeto Aruanã para entender o comportamento da espécie ameaçada e a resiliência ambiental da região, apesar dos riscos de poluição.

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25/04 às 11:40

Pontos principais

  • Tartarugas-cabeçudas (Caretta caretta) estão reaparecendo com frequência na Baía de Guanabara, RJ, desde 2024, chamando a atenção de pesquisadores e pescadores.
  • O Projeto Aruanã, focado na conservação de tartarugas marinhas, tem documentado esses registros e realizado a marcação de indivíduos.
  • A presença da espécie, que geralmente vive em áreas oceânicas, em águas internas da baía é um fato inédito cientificamente e abre novas linhas de pesquisa.
  • A principal hipótese para o reaparecimento é a busca por condições favoráveis de alimentação, apesar dos riscos de poluição, colisões e ingestão de resíduos.
  • Uma nova etapa de monitoramento com transmissores via satélite será implementada para identificar rotas e tempo de permanência das tartarugas na baía.
  • Biólogas Larissa Araujo e Suzana Guimarães destacam a importância da colaboração de pescadores e moradores para o monitoramento.
  • O caso da tartaruga Jorge em 2025, que entrou na Baía de Guanabara após ser solta, já havia gerado repercussão e estimulado o senso de conservação.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Larissa Araujo (bióloga do Projeto Aruanã)Suzana Guimarães (coordenadora-geral do Projeto Aruanã)

Organizações

Projeto AruanãAgência Brasil

Lugares

Baía de GuanabaraRio de JaneiroArgentinaGuapimirim