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Suspense com o Copom: Selic terá corte de meio ponto, 0,25 p.p. ou será mantida?

Instituições financeiras revisam projeções para o corte da taxa Selic pelo Copom, com a maioria esperando uma redução menor (0,25 p.p.) ou até a manutenção, devido às incertezas do cenário externo, especialmente a alta do petróleo e riscos inflacionários.

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18/03 às 05:00

Pontos principais

  • Incertezas no cenário externo, agravadas pelo conflito no Oriente Médio e alta do petróleo, levaram bancos e casas de investimento a revisar as projeções para o corte da Selic.
  • A maioria das instituições, como JP Morgan, BofA, Itaú BBA, ASA e Banco Pine, agora prevê um corte de 0,25 p.p. ou a manutenção da taxa, em vez do corte inicial esperado de 0,50 p.p.
  • A alta do petróleo, que passou de US$ 72 para US$ 103 por barril, é citada como principal fator de risco inflacionário, impactando diretamente os preços dos combustíveis e as expectativas.
  • A XP, por sua vez, projeta a manutenção da Selic em 15%, citando a piora do quadro inflacionário, a aceleração da atividade econômica e o mercado de trabalho aquecido no Brasil.
  • Economistas como Mario Mesquita (Itaú) e José Alfaix (Rio Bravo) concordam que a conjuntura exige um ajuste mais comedido, com corte de 0,25 p.p. sendo o desfecho mais provável.
  • Algumas instituições, como Austin Rating e Warren Investimentos, ainda mantêm a expectativa de um corte de 0,50 p.p., argumentando que o Banco Central considerará os efeitos restritivos da política monetária.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Mario Mesquita (economista-chefe do Itaú)Cristiano Oliveira (diretor de pesquisa macroeconômica do Banco Pine)José Alfaix (economista da Rio Bravo)Caio Megale (economista da XP)Rodolpho Sartori (economista da Austin Rating)

Organizações

CopomJP MorganBank of America (BofA)Itaú BBAASABanco PineBanco CentralRio BravoXPAustin RatingWarren InvestimentosC6ForumG5 PartnersPolo CapitalSuno

Lugares

Oriente MédioBrasilEUA