STF amplia trava sobre penduricalhos e proíbe reclassificações e novos benefícios
O STF ampliou as restrições sobre os "penduricalhos" no Judiciário e carreiras jurídicas, proibindo reclassificações e novos benefícios que gerem aumentos indiretos de remuneração e reforçando a necessidade de transparência e regulamentação pelo CNJ e CNMP.
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08/05 às 15:36
Pontos principais
- Ministros do STF ampliaram as restrições aos "penduricalhos" do Judiciário e carreiras jurídicas.
- Decisões de Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes proíbem revisões, reclassificações e reestruturações que gerem aumento indireto de remuneração.
- Medidas como novas classificações de comarcas de "difícil provimento", desdobramentos de ofícios e gratificações por acúmulo de funções não produzirão efeitos.
- As determinações atingem o Poder Judiciário, Ministérios Públicos, Tribunais de Contas, Advocacias Públicas e Defensorias Públicas em todo o país.
- Proibido o pagamento registrado em mais de um contracheque e exigida a divulgação transparente dos valores pagos.
- O STF reforça que verbas indenizatórias devem respeitar a legalidade e que CNJ e CNMP são os únicos responsáveis pela regulamentação.
- A intenção é impedir a reprodução de mecanismos de equiparação salarial e garantir a responsabilidade fiscal.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Alexandre de Moraes (ministro do STF)Flávio Dino (ministro do STF)Cristiano Zanin (ministro do STF)Gilmar Mendes (ministro do STF)
Organizações
Supremo Tribunal Federal (STF)Conselho Nacional de Justiça (CNJ)Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP)Poder JudiciárioMinistérios PúblicosTribunais de ContasAdvocacias PúblicasDefensorias Públicas
Lugares
Brasil

