Startups: Corporate venture capital não deve ser confundido com M&A, diz ABCVC
O Corporate Venture Capital (CVC) no Brasil está amadurecendo, mas enfrenta desafios como a confusão com M&A e a necessidade de alinhamento estratégico e governança, segundo a ABCVC e especialistas.
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05/03 às 14:58
Pontos principais
- O Corporate Venture Capital (CVC) no Brasil está em fase de amadurecimento, após um período de retração alinhado ao venture capital tradicional.
- Leonardo Monte, presidente da ABCVC, enfatiza que CVC não deve ser confundido com M&A, sendo uma estratégia de longo prazo para inovação e resolução de desafios corporativos, não primariamente para retorno financeiro imediato.
- Liliam Carrete, professora da FIA/USP, destaca a importância da participação minoritária das corporações em startups para garantir liberdade de inovação e valor estratégico.
- A falta de governança e clareza estratégica são apontadas como principais fatores de fracasso para programas de CVC no Brasil.
- Há uma necessidade de educação para startups, que muitas vezes buscam investimento em situação de urgência, e precisam aprender a diferenciar os papéis dos investidores (CVC vs. VC).
- ABCVC e FIA/USP estão desenvolvendo uma parceria para formar executivos e fomentar pesquisas sobre o mercado brasileiro de CVC, visando melhores práticas e dados confiáveis.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Leonardo Monte (presidente da Associação Brasileira de Corporate Venture Capital - ABCVC)Liliam Carrete (professora de Finanças da FIA/USP)
Organizações
Associação Brasileira de Corporate Venture Capital (ABCVC)FIA/USPSpaceXONEVCStartups
Lugares
Brasil
