Startup de Pernambuco quer faturar R$ 50M com “esteira agêntica”
A startup pernambucana Volund, fundada por Vinícius Guedes no Porto Digital, busca faturar R$ 50 milhões com sua "engenharia agêntica", um modelo de desenvolvimento de software que utiliza agentes de inteligência artificial em todo o ciclo de produção.
|
04/05 às 08:00
Pontos principais
- A Volund, startup pernambucana, visa faturar R$ 50 milhões com sua abordagem de "engenharia agêntica" no desenvolvimento de software.
- Fundada em fevereiro de 2026 e sediada no Porto Digital, em Recife, a empresa utiliza agentes de IA para automatizar o ciclo de desenvolvimento de software, do levantamento de requisitos à documentação.
- Vinícius Guedes, CEO da Volund, explica que a empresa busca preencher um "gap técnico" na operacionalização de software, criando uma "esteira agêntica" de ponta a ponta.
- A Volund é um desdobramento do Extreme Group e nasceu da experiência da Beyond, outra empresa do grupo, que usou o modelo para reconstruir seus produtos internos.
- O modelo da Volund funciona como uma linha de produção automatizada, com agentes de IA realizando tarefas como análise de requisitos, geração de propostas, escrita de código e testes, sob supervisão humana.
- A empresa afirma ser até 15 vezes mais produtiva que uma fábrica de software convencional e opera com uma agente de IA interna chamada Vitória, que atua como chief of staff virtual.
- A Volund se posiciona como uma empresa de serviços, com foco nos setores público, de saúde e financeiro, e planeja expansão para a América Latina e os Estados Unidos.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Vinícius Guedes (CEO da Volund)
Organizações
VolundExtreme GroupBeyondStartups
Lugares
PernambucoRecifePorto DigitalAmérica LatinaEstados Unidos

